Tente outra vez…

setembro 7, 2012

por Raul Seixas

Veja!
Não diga que a canção
Está perdida
Tenha fé em Deus
Tenha fé na vida
Tente outra vez!…

Beba! (Beba!)
Pois a água viva
Ainda tá na fonte
(Tente outra vez!)
Você tem dois pés
Para cruzar a ponte
Nada acabou!
Não! Não! Não!…

Oh! Oh! Oh! Oh!
Tente!
Levante sua mão sedenta
E recomece a andar
Não pense
Que a cabeça agüenta
Se você parar
Não! Não! Não!
Não! Não! Não!…

Há uma voz que canta
Uma voz que dança
Uma voz que gira
(Gira!)
Bailando no ar
Uh! Uh! Uh!…

Queira! (Queira!)
Basta ser sincero
E desejar profundo
Você será capaz
De sacudir o mundo
Vai!
Tente outra vez!
Humrum!…

Tente! (Tente!)
E não diga
Que a vitória está perdida
Se é de batalhas
Que se vive a vida
Han!
Tente outra vez!…

Tente outra vez – Raul Seixas

Toca Raul!

Anúncios

Está no livro mas não está no coração

fevereiro 2, 2011

Letra morta – música do Jorge Camargo

Música boa é assim – Jefferson Ramalho


Pilgrim’s Chorus – Richard Wagner

junho 23, 2010

Link: Richard Wagner – Tannhäuser – Pilgrim’s Chorus

Beglückt darf nun dich, o Heimat, ich schauen,
und grüßen froh deine lieblichen Auen;
nun lass’ ich ruhn den Wanderstab,
weil Gott getreu ich gepilgert hab’.
Durch Sühn’ und Buß’ hab’ ich versöhnt
den Herren, dem mein Herze frönt,
der meine Reu’ mit Segen krönt,
den Herren, dem mein Lied ertönt.
den Herren, dem mein Lied ertönt.

Der Gnade Heil ist dem Büßer beschieden,
er geht einst ein in der Seligen Frieden!
Vor Höll’ und Tod ist ihm nicht bang,
drum preis’ ich Gott mein Lebelang.
Halleluja
Halleluja in Ewigkeit, in Ewigkeit!

Once more with joy O my home I may meet
Once more ye fair, flowr’y meadows I greet
My Pilgrim’s staff henceforth may rest
Since Heaven’s sweet peace is within my breast.

The sinner’s ‘plaint on high was heard
On high was heard and answered by the Lord
The tears I laid before His shrine
Are turned to hope and joy divine.

O Lord eternal praise be Thine!

The blessed source of Thy mercy overflowing
On souls repetant seek Ye, all-knowing
Of hell and death, I have no fear
For thou my Lord are ever near

Alleluia!
Alleluia!
Alleluia! For evermore!

Linda!


Behind blue eyes – The Who

fevereiro 24, 2009

Por trás de Olhos Azuis – The Who

Ninguém sabe como é, ser o cara mal

ser o cara triste, por trás de olhos azuis

E ninguém sabe como é, ser odiado

ser destinado, a apenas mentir…

Mas meus sonhos não são tão vazios

quanto minha consciência parece ser

passo horas, sozinho

meu amor é uma vingança

isso nunca é de graça

Ninguém sabe como é, sentir estes sentimentos

como eu sinto, e a culpa é sua!

Ninguem ferroa tão ferozmente, em sua ira

Nenhuma das minhas aflições ou dores.. podem transparecer

Mas meus sonhos não são tão vazios

quanto minha consciencia parece ser

passo horas, sozinho

meu amor é uma vingança

isso nunca é de graça

Quando meus punhos cerrarem, abra-os até quebrar…

Antes que eu os use e perca a calma.

Quando eu sorrir, me dê algumas notícias ruins…

Antes que eu sorria e aja como um tolo.

E se eu beber de algo maligno;

enfie seu dedo na minha garganta.

e se eu tremer me dê seu cobertor;

me mantenha aquecido, deixe-me usar seu casaco.

Ninguém sabe como é, ser o cara mal

ser o cara triste, por trás de olhos azuis.

Ouça aqui: http://www.youtube.com/watch?v=qJrR66_nOLo


Pra onde ir?

novembro 5, 2008

“Se este não é o lugar onde as lágrimas são entendidas, onde devo ir, então, para chorar? Se este não é o lugar onde meu espírito pode alçar vôo, aonde devo ir, então, para voar? Não preciso de outro lugar, apenas para te impressionar, dizendo-te como sou bom e virtuoso. Não, não, não. Não preciso de outro lugar só para estar sempre por cima. Todos sabem que isso é fingimento, só fingimento. Não preciso de outro lugar só para afivelar sorrisos até mesmo quando não quero sorrir. Não preciso de outro lugar só para matraquear as velhas bobagens de sempre.  Todo mundo já sabe que é tudo irreal. Portanto, se este não é um lugar onde minhas perguntas podem ser formuladas, a quem devo, então, procurar? E se este não é o lugar onde meu coração chora, e seu lamento pode ser ouvido, aonde, diga-me, devo ir, a quem devo falar?”

Kem Medema

A quem devo falar?


A World Alone – Saviour Machine

outubro 24, 2008

A World Alone – Saviour Machine

Love leaves the soul
Blood feed the man who stands
Alone in the grasp of the hands
That fornicate the land
That emulate the past
To infiltrate a man to tear his brother’s flesh
Then drink his blood as we confess
Unto the crimes, we lay at rest
We lay at rest

Rest upon the hand, rest upon the fortress
Hold me in your arms, hold on to the dreams
And the cry to wipe away the tears

In a world that takes away the seeds
And takes away another
To fill its evil needs
In a world that takes away the dreams
When dreams deceive a man, insanity proceeds
In a world that’s drowning in its lies
Which persecute his brother
For the color of his eyes
In a world that radiates the skies
Intoxicates the oceans
So watch it as it dies, Alone

No one is home, now one will answer the call
The cry, hear the cry
Comprehend the nature of your soul

The horrors of a child that slips into the night
Surrenders to the fight to find his senses won’t reply
Unto the evidence he finds along the way
He dies along the way

My world has no more meaning
I’ve not much more to take
Hold me in your arms, hold on to the dream
And the cry to wipe away the tears

In a world that takes away the seeds
And takes away another
To fill its evil needs
In a world that takes away the dreams
When dreams deceive a man, insanity proceeds
In a world that’s drowning in its lies
Which persecute his brother
For the color of his eyes
In a world that radiates the skies
Intoxicates the oceans
So watch it as it dies, Alone.

http://www.youtube.com/watch?v=dOHGEv6WMFc&feature=related


Aqualung – Jethro Tull

outubro 18, 2008

Aqualung
(Jethro Tull)

Sitting on a park bench —
eyeing little girls with bad intent.
Snot running down his nose —
greasy fingers smearing shabby clothes.
Drying in the cold sun —
Watching as the frilly panties run.
Feeling like a dead duck —
spitting out pieces of his broken luck.

Sun streaking cold —
an old man wandering lonely.
Taking time
the only way he knows.
Leg hurting bad,
as he bends to pick a dog-end —
he goes down to the bog
and warms his feet.

Feeling alone —
the army’s up the rode
salvation a la mode and
a cup of tea.
Aqualung my friend —
don’t start away uneasy
you poor old sod, you see, it’s only me.
Do you still remember
December’s foggy freeze —
when the ice that
clings on to your beard is
screaming agony.
And you snatch your rattling last breaths
with deep-sea-diver sounds,
and the flowers bloom like
madness in the spring.

http://www.youtube.com/watch?v=uF0WdIbt0-s

Chocante? É o seu próximo… acorda!