Flordelis ou Flordomal?

agosto 26, 2020

Os dois vídeos do Caio Fábio resumem toda a história da Flordelis e sua indústria de adoções terminada em tragédia.

Não era um lar e muito menos uma família, e sim uma casa de horrores. E deve ter muito mais sujeira embaixo desse tapete.


Teologia Moral de Causa e Efeito

maio 19, 2011

por Caio Fábio

O Gênesis do ministério de Jesus é tomar as “talhas que os judeus usavam para as purificações” e enchê-las de vinho!

E mais: é inegável que Jesus estivesse também dizendo que Nele, Deus estava casando agora apenas com quem queria talhas religiosas com vinho novo, na pior das hipóteses; e, na melhor delas, o que se deveria fazer, era deixar de lado o vinho velho e seu odre roto e pingantemente misturado ao próprio vinho, pois, nesse estágio, já não se sabe mais o que é odre e nem tampouco o que é vinho! O que se deve fazer é começar outra vez a partir de contêineres que se deixem curtir no vinho novo, que de acordo com o apóstolo João, não é novo, mas aquele que desde o princípio tivemos!

Sim, para Ele, aquele odre-vinho-vinho-odre—o da religião das talhas de pedra usadas para as purificações—era já um vinagre, que servia apenas para ser bebido por aqueles que de tão acostumados que estão aos gostos ruins, já não sabem a diferença entre o gosto-gostoso e o gosto-viciado. É para o de-Lei-te de seus viciados consumidores que o vinho-odre-odre-vinho serve ainda como diversão, sendo que o juízo ao próximo é o espetáculo!

Os discípulos de Jesus, todavia, não devem perder tempo com essas questões, e, por isto, precisam partir resolutamente para buscar odres mais adequados à sempre auto-renovação desse Vinho Novo. Afinal, ninguém que tenha se viciado no vinagre dirá que o vinho novo é excelente.

Ora, a Teologia Moral de Causa e Efeito é a fábrica de Odres com Grife e também a marmoraria onde são esculpidas as talhas de pedra usadas para as purificações!

O problema é que em Jesus não dá para se fazer mais nenhum tipo de aproveitamento dessa Indústria Religiosa e de suas Grifes e Selos Autorizadas. E a razão é simples: ela está para o Evangelho de Jesus assim como um perverso e desumano traficante de cocaína e heroína está para o bom samaritano—digo: mal comparando, e, apenas, no plano das relatividades humanas, pois, espiritualmente, o meu exemplo é muito menos grave que o contraste espiritual que tento expressar![…]

[…]Para Jesus os heróis da Graça eram os anti-heróis da religiosidade que o circundava e dos valores por ela ensinados.
Para a Teologia Moral de Causa e Efeito, TMCE— como daqui para frente chamaremos esse derivado natural da Teologia da Terra, filha religiosa do Sacrifício Competitivo de Caim —, o humilde de espírito era o lixo da espiritualidade; os que choravam eram vistos como culpados-infelizes; os mansos eram percebidos como desinteressados pelo zelo que disputava o espaço no chão da Terra; os que têm fome e sede de justiça eram interpretados como seres equivocados em suas ignorâncias radicais, pois, a única justiça que os mestres da TMCE conheciam era aquela que eles mesmos decidiam.

Já os misericordiosos eram os que tinham algo a esconder, daí se protegerem sendo bons com o próximo; os limpos de coração eram eles mesmos— os membros daquela confraria de amigos de Jó, é claro! afinal, não enxergavam seus próprios corações, pois só viam para fora de si mesmos, e, também, não esqueçamos: lavavam as mãos antes de comer!
Os pacificadores eram, em geral, considerados amigos de hereges; os perseguidos por causa da justiça, eram comum-mente aqueles acerca de quem eles patrocinavam o cartaz Wanted Dead or Alive! De preferência, bem dead !

E os injuriados e perseguidos figuravam, sobretudo, como foi no caso dos profetas, em sua lista de Most Wanted ! Esses, afinal, os Profetas, eram sempre a sua pior desGraça, eram os mais terríveis subversivos!

O seu “sal” não era para a Terra, era apenas uma produção egoísta e independente fadada a se petrificar em seus sa-Lei-ros inúteis. Afinal, não se viam no papel de dar gosto à vida, mas, ao contrário, o de roubar-lhe todo o sabor!

Luz do Mundo? Como? Eles não reconheciam nenhum outro mundo que não fosse o deles![…]

[…]“Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a lei e os profetas”.  O “resumo” que Jesus faz de todo o seu ensino é horroroso para o coração honesto. Primeiro, porque ninguém, de fato, indo dos abismos da alma à prática cotidiana, consegue encarnar o tempo todo essa verdade.[…]

[…]Somente “os amigos de Jó” podem ler o Evangelho de Jesus e continuar pensando como os fariseus. A Ética do Amor—que é a única ética do Evangelho— nega todos os pressupostos da Teologia Moral de Causa e Efeito.

A Graça inverte os pólos da Ética, que, em Cristo, se vincula não à Moral, mas à obediência amorosa a Deus; e se expressa como resposta da consciência do amor à inconsciência do próximo, mesmo que seja o inimigo![…]

Só pesquei algumas coisas, pois o texto é imenso. Se quiser, leia o resto no link abaixo:

A moral não é a ética dos evangelhos – Caio Fábio


Por que será que você confessa Jesus…

fevereiro 25, 2011

…mas continua sem Deus?

por Caio Fábio

[…]Porém, se alguém se diz cristão, chama a Jesus de Senhor e Salvador, porém, apesar disso, e em contradição com isto, vive sem amor, compaixão e verdade a começar de si mesmo, justiça bondosa, bondade justa, e o desejo de fazer a misericórdia triunfar sobre o juízo —, então, tal pessoa, mesmo conhecendo as histórias e os ensinos do Evangelho intelectualmente e como uma bela informação, não provará a Presença, pois, o “indo…” acerca do qual Jesus falou quando mandou “fazer discípulos” e contar com Sua presença até o fim dos séculos, não é um movimento geográfico, mas, antes disso, interior, e que põe o individuo, bem antes do que no chão de alguma “missão”, no chão do coração, no qual a viagem verdadeira é feita.

Ora, neste ambiente onde a missão de ser se inicia, o que vale não é saber a história de Jesus, mas viver a história conforme o espírito de Jesus.

O que temos hoje no chamado mundo cristão é um monte de gente carente, doente, sem a experiência de Deus, sem paz, deformadas pelas ambições de falsa espiritualidade, existindo apenas no mundo das performances e das superficialidades, enquanto vivem cheias de inveja; confessando-se santas, enquanto são taradas; dizendo-se povo de Deus, mas sem conhecer o caminho da pacificação interior; cheias de juízo, e que é do tamanho de sua falta de consciência de justificação na Graça, mediante a fé.

Ora, tais pessoas, como não conhecem a Deus, vivem buscando preencher esse vazio com cultos e mais cultos, com cargos eclesiásticos, com atividades missionárias, com corais, com mil obrigações expiatórias; e entregam-se ao comando espiritual de fabricantes de ídolos cristãos, que são as poções mágicas oferecidas em troca de contribuições em dinheiro, escondendo algo que se disfarça sob a nomenclatura de evangélico, e que é a coisa mais falsa que se poderia criar na Terra em nome de Jesus.

Esta, todavia, também é a razão das pessoas crentes serem tão infelizes, pois, trocaram Jesus pela “igreja”, deixaram o Evangelho, e se entregaram a “doutrinas e mandamentos de homens”.

Para tais pessoas, mesmo que confessem o nome de Jesus, não há paz para o coração. Sim, porque conhecem um nome, mas jamais provaram a Pessoa; e conhecem doutrinas, mas não estão tomadas pelo espírito da Palavra, que é o que se torna vida em nós.

Quando o coração discerne o Evangelho e seu significado hoje, então, quando lê nos evangelhos a promessa que diz “eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”, já não a lê como algo distante; e, nem tampouco diferente do significado dessas mesmas palavras para os primeiros discípulos.

Para quem conhece a Deus em espírito e em verdade, conforme Jesus, este Estou Convosco é verdade. E é verdade todos os dias, todas as horas, em todos os caminhos, e até mesmo nos enganos.[…]

Leia o texto completo no link abaixo:

Por que será que você confessa Jesus mas continua sem Deus? – Caio Fábio


O que é hipocrisia?

janeiro 21, 2011

por Caio Fábio

Hipocrisia! Esse parece ter sido o mal que mais provocou a ira de Jesus. Ele lidava bem com as incoerências humanas; fazia-se acompanhar dos que sabiam quem não eram; gostava da amizade deles; e ajudava-os com paciência a crescerem para ser quem ainda poderiam ser, caso descansassem na Graça de Deus. De fato, Jesus ensinou que o maior progresso vem do descanso, da confiança, e da paz que encontra amparo na misericórdia de Deus. Esses são os doentes que precisam de médico!

A impaciência de Jesus se projetava sobre os doentes que diziam não precisar de médico por uma única razão: eles não queriam ser curados, e viviam da fuga de oferecerem sua “doença” como padrão de saúde para os demais homens. Daí eles, quando conseguiam transformar alguém em seus discípulos, de acordo com Jesus, fazerem dessa pessoa um filho do inferno em dose dupla. O problema básico do hipócrita é que ele não quer cura, e, muito menos, admitir que é doente. Então, ele abre um hospital para os doentes que eles elegeram como seus discípulos. E, esse coitados discípulos, pelo convívio com esses médicos-de-si-mesmos, acabam adoecendo a ponto de passarem a precisar ser internados num hospício. E a culpa passa a ser deles! A hipocrisia é como infecção hospitalar que “pega” alguém que foi fazer um exame de sangue, e sai do hospital carregando Aids.

No meio cristão eu ouço pessoas sinceras que me dizem: Parei de falar Jesus por causa de minhas incoerências; eu não sou hipócrita! Eu ouço e digo a eles duas coisas. 1. Você deve falar de Jesus em razão de suas incoerências. Se você não tiver incoerências, não fale de Jesus, fale de você. 2. Você não é hipócrita por se saber incoerente. Você é hipócrita quando esconde as suas incoerências; e, então, oferece a si mesmo como referência de saúde para todos; e pior ainda: quando encontra alguém que é exatamente como você—e todos são igualmente iguais—, mas trata essa pessoa com o ódio que você sente acerca de si mesmo; ou quando trata a tal pessoa como se aquilo que estivesse acontecendo com ela fosse algo impossível de acontecer a qualquer ser humano caído. E todos caíram, e todos carecem da Graça de Deus!

O hipócrita, portanto, é descrito de modo perfeito em Mateus 23. Leia: Então falou Jesus às multidões e aos seus discípulos, dizendo: Na cadeira de Moisés se assentam os escribas e fariseus. Portanto, tudo o que vos disserem, isso fazei e observai; mas não façais conforme as suas obras; porque dizem e não praticam. Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; mas eles mesmos nem com o dedo querem movê-los. Todas as suas obras eles fazem a fim de serem vistos pelos homens; pois alargam os seus filactérios, e aumentam as franjas dos seus mantos; gostam do primeiro lugar nos banquetes, das primeiras cadeiras nas sinagogas, das saudações nas praças, e de serem chamados pelos homens: Mestre. Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque fechais aos homens o reino dos céus; pois nem vós entrais, nem aos que entrariam permitis entrar. Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque devorais as casas das viúvas e sob pretexto fazeis longas orações; por isso recebereis maior condenação. Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque percorreis o mar e a terra para fazer um prosélito; e, depois de o terdes feito, o tornais duas vezes mais filho do inferno do que vós. Ai de vós, guias cegos! que dizeis: Quem jurar pelo ouro do santuário, esse fica obrigado ao que jurou. Insensatos e cegos! Pois qual é o maior; o ouro, ou o santuário que santifica o ouro? E: Quem jurar pelo altar, isso nada é; mas quem jurar pela oferta que está sobre o altar, esse fica obrigado ao que jurou. Cegos! Pois qual é maior: a oferta, ou o altar que santifica a oferta? Portanto, quem jurar pelo altar jura por ele e por tudo quanto sobre ele está; e quem jurar pelo santuário jura por ele e por aquele que nele habita; e quem jurar pelo céu jura pelo trono de Deus e por aquele que nele está assentado. Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e tendes omitido o que há de mais importante na lei; a saber: a justiça, a misericórdia e a fé; estas coisas, porém, devíeis fazer, sem omitir aquelas. Guias cegos! que coais um mosquito, e engolis um camelo. Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque limpais o exterior do copo e do prato, mas por dentro estão cheios de rapina e de intemperança. Fariseu cego! limpa primeiro o interior do copo, para que também o exterior se torne limpo. Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas por dentro estão cheios de ossos e de toda imundícia. Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e de iniqüidade. Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque edificais os sepulcros dos profetas e adornais os monumentos dos justos, e dizeis: Se tivéssemos vivido nos dias de nossos pais, não teríamos sido cúmplices no derramar o sangue dos profetas. Assim, vós testemunhais contra vós mesmos que sois filhos daqueles que mataram os profetas. Enchei vós, pois, a medida de vossos pais. Serpentes, raça de víboras! como escapareis da condenação do inferno?

Veja que todas as ênfases de Jesus resumem-se a apenas algumas coisas:

1. Tentar parecer ser o que se não é.

2. Impor a aparência exterior como paradigma para os demais.

3. Viver da arrogância de clonar o ser do outro conforme a nossa própria e falsa aparência.

4. Privilegiar as performances visíveis aos olhos, detendo a verdade que existe no ser.

5. Usar o poder da religião, ou da moral, ou da ética, ou das etiquetas, como instrumento de poder e opressão sobre os que procuram ajuda.

6. Oferecer-se como representante de Deus entre os homens.

7. Criar um sistema de aferimento espiritual baseado na reverência concedida a si mesmo.

8. Afirmar-se com guia do próximo, sendo que o coração sabe que para dentro não se enxerga nada além de podridão.

9. Manipular o saber religioso e fazer dele uma adaptação que justifique as conveniências da própria doença; enquanto se masturba ante a submissão do próximo diante dele.

10. Transformar a própria arrogância em missão; daí o percorrerem os mares a fim de piorar os seres humanos, ensinando-os a praticarem as obras que um pagão não realiza: pregar a verdade de Deus como opressão e controle.

Todo hipócrita é inseguro. O que habita a hipocrisia é a insegurança que se transformou em maldade. O ser inseguro pode se transformar num ser mal, se a sua insegurança se deixar possuir pela ânsia de poder sobre o próximo. Todo hipócrita é invejoso. Todo hipócrita é cínico. Todo hipócrita não se enxerga. Todo hipócrita não tem outro mundo se não o exterior. Assim, dei uma entradinha rápida aqui e escrevi isso meio no tranco. Fiz isto apenas porque acabei de conversar com uma pessoa gente boa de Deus, mas que vive hoje a angústia de confundir sua dor de auto-descoberta, de incoerências, e de doenças pessoais, com hipocrisia. Hipócritas não procuram aconselhamento. Hipócritas não confessam pecados.

Hipócritas só chamam de pecado aquilo que pode ser verificável pelos olhos da carne. Daí o hipócrita sofrer seu próprio erro como castigo. Ele é um inseguro que ao invés de confessar sua insegurança, e suas próprias incoerências, transforma-as em instrumento de dominação sobre o próximo. Então, vira diabo. O hipócrita é o cara que quer todo mundo tão raso, tão exteriorizado, e tão doentemente sadio quanto miseravelmente doente ele é. O hipócrita não é quem peca e se sabe pecador. O hipócrita é aquele que acaba se convencendo acerca da mentira de que ele próprio não peca. O Hipócrita se sente ofendido pela Graça de Deus. Não sei porque escrevi isto aqui, e agora. Mas Deus sabe. E para os pastores que começaram a se enxergar, fica aqui uma palavra de irmão: Ao invés de se calar ante suas própria incoerências, afirme o amor de Deus baseado nelas próprias. E não ponha sobre os homens os pesos que você mesmo sabe que ninguém consegue carregar. Anuncie a Palavra para você mesmo, e, como decorrência, para quem quiser ouvir. Mas deixe uma coisa bem clara: a Palavra é, sobretudo, para você; por isto é que você a prega. Quanto ao mais, Jesus no ensinou o caminho da cura para hipocrisia. Leia: Vós, porém, não queirais ser chamados de Mestre; porque um só é o vosso Mestre, e todos vós sois irmãos. E a ninguém sobre a terra chameis vosso pai; porque um só é o vosso Pai, aquele que está nos céus. Nem queirais ser chamados guias; porque um só é o vosso Guia, que é o Cristo. Mas o maior dentre vós há de ser vosso servo. Qualquer, pois, que a si mesmo se exaltar, será humilhado; e qualquer que a si mesmo se humilhar, será exaltado. Esta é a Palavra que cura a hipocrisia. Nela está a nossa libertação. Um beijo para todos.

Nele, que não tem máscaras, Caio

Hipocrisia, o que é? Caio Fábio


Religião x Evangelho

novembro 29, 2010

por Caio Fábio

[…]Na religião o que importa são os fins…

Os meios são relativos…

E qual é o fim?

Levar Jesus às pessoas?

Certamente não, mas sim levar as pessoas para a “igreja”…

Se dissessem à “igreja” que o mundo inteiro creu em Jesus, mas que ninguém quer mais saber de “igreja”, ainda assim a “igreja” não ficaria feliz, posto sua preocupação de fato não seja com Jesus, com o Evangelho e com o povo, mas apenas com ela mesma…

O fim/finalidade da “igreja” é manter-se existente, não viva…

Por isto a “igreja” aceita tudo, menos morrer e servir…

Na realidade tudo tem apenas a ver com estratégia e espaço, ainda que haja pessoas bem intencionadas no processo…

Para que Jesus tenha algo a dizer à “igreja”, ela antes precisa levantar-se e dizer: “Mestre! Decido dar metade dos meus bens aos pobres; e se nalguma coisa defraudei alguém, restituo quatro vezes mais!”…

Então Jesus dirá à “igreja”:

“Hoje entrou salvação nesta casa!”

Antes disso Jesus nada tem a dizer àquilo que se auto-intitula Igreja sendo apenas “igreja”…

Se a “igreja” quer salvação precisa crer no Evangelho…

Do contrário, já se perdeu com o mundo…[…]

Fé em domicílio – Caio Fábio