Fragilidade nossa de cada dia…

Todos os dias, quando acordo de manhã, é assim que me sinto. Como uma pequena planta germinando, frágil, tirando forças de uma fonte invisível, escondida, no caso da planta, embaixo da terra. Para enfrentar mais um dia de vida, num mundo onde coisas frágeis como amor, verdade, humildade, compaixão, integridade, honestidade, caráter, são simplesmente pisoteados e atropelados, todos os dias.

Mas mesmo assim, insistimos, todos os dias, em sair da nossa cama confortável, e expor nosso corpo frágil, para ser pisoteado.

É melhor ter coragem de sair da terra, mesmo correndo o risco de ser pisoteado, do que permanecer enterrado e morto, porque ficar morto e enterrado, parece mais seguro do que viver. É seguro, mas não tem graça. E quem está morto e enterrado, tende também a apodrecer… = P

Viver é muito perigoso, já dizia João Guimarães Rosa.

“Viver é muito perigoso… Porque aprender a viver é que é o viver mesmo… Travessia perigosa, mas é a da vida.”

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