O dízimo é doutrina cristã?

Outro assunto que causa discussões acaloradas: cristão tem obrigação de dizimar?

Primeiro texto: É o dízimo uma doutrina cristã? por Gyordano Montenegro Brasilino

“O Novo Testamento dedica poucos versículos ao dízimo. Isto é natural: a Igreja não depende do Templo (João 4:19-23), porque é itinerante, e nem tampouco está associada à vida agricultural, como se não bastasse a substituição da Lei de Moisés (Efésios 2:14-16; Colossenses 2:14; Hebreus 7:12) pelo Evangelho, o que põe em xeque todos os estatutos e mandamentos, que só são devidamente aceitos com confirmação neo-testamentária, ou seja, apostólica.

Veja que quando Jesus faz referência aos dízimos, em Mateus 23:23; Lucas 11:42 (novamente confirmando que o dízimo é alimentício), ele confirma a validade do dízimo (“deveis fazer estas coisas, e não omitir aquelas”), mas o leitor deve lembrar-se de que Jesus ainda estava sob a Lei, porque esta só teve fim com sua morte (compare Gálatas 4:4; Colossenses 2:14), cumprindo-se, a partir daí, não mais com ordenanças (e o dízimo é uma ordenança, assim como as festas), mas com “Amar ao Próximo” (Romanos 13:8,9; Gálatas 5:14; 6:2)

Veja novamente que a ameaça de Malaquias 3:8-11 é tão válida quanto Isaías 66:16,17, em que Deus ameaça aos que comem carne de porco, da qual o novo testamento nada fala. Ela não aparece nas restrições alimentares de Atos 15:20 (leve-se em conta que no Concílio de Jerusalém o ministério da incircuncisão ainda não havia sido completamente esclarescida pelo Espírito Santo) e aparentemente é aceita por 1ª Coríntios 10:25. Confira também Marcos 7:15-20; 1ª Timóteo 4:4. As ameaças dos Profetas são válidas para a Igreja apenas quando iluminadas pela doutrina apostólica. Afinal, Isaías e Malaquias não profetizaram (i.e. pregaram) para a Igreja, mas para os que estavam debaixo da Lei.

Pode-se argumentar que, conforme Jesus Cristo seja sacerdote pela ordem de Melquisedeque, e este tomou dízimos de Abraão, nós, cristãos, devemos pagar o mesmo dízimo que Abraão pagou. Contudo, a única referência escriturística, Hebreus 7:1-9, não diz que devemos dizimar (foi voluntário), além de que, sendo todos nós igualmente sacerdotes (Apocalipse 1:5,6), nenhum está mais apto do que outro para receber dízimos. Embora bispos, presbíteros e diáconos sejam biblicamente ministros da Igreja, estes não são cargos sacerdotais. São vocações (Efésios 4:11).

Todos os cristãos, sem exceção, tem diferentes vocações para a edificação do Corpo de Cristo (embora nem todos nós nos aperfeiçoemos nestas vocações), e nenhuma vocação está mais alta, ainda que algumas tenham seu brilho ou autoridade mais visível. Todas estas vocações cumprem seu necessário propósito no Corpo, que é a Igreja. E, novamente lembrando, não existe qualquer evidência de dízimo de salário ou remuneração. Levando em conta que o redator de Gênesis 14:20 só conhecia o dízimo da Lei, ele certamente teria escrito se Abraão houvesse dado dízimo do dinheiro, pois esta forma de dízimo lhe seria completamente alienígena. Seria a mesma idéia apresentada em 1 Samuel 6:4,5,17.

Portanto, biblicamente nenhum de nós tem obrigação especial de dizimar, da mesma forma que cada um de nós tem compromisso de honrar a Deus em tudo, até no nosso salário. Mas cada servo de Deus dará conta de si mesmo a Deus (Romanos 14:4-8). Sendo assim, nós mesmos escolhemos, conforme guiados pelo Espírito Santo, como e quando usar aquilo que temos, lembrando-se de que o aflito e o necessitado, que na Lei eram beneficiados pelo dízimo, ainda tem fome hoje. Deus é o dono da prata e do ouro, esteja você entregando 10% à Igreja ou não.

O obreiro que recebe o dízimo e o crente que dizima não estão pecando, se for para Deus. Quem erra é o obreiro que obriga ou exige o dízimo, ou que o ensina como uma doutrina fundamental, pois em verdade é um dogma. Voltemo-nos, pois, às palavras gentílico-apostólicas em 1ª Coríntios 4:6.””

Segundo texto: O que a Bíblia diz a respeito do dízimo?

“Dar o dízimo é um conceito do Velho Testamento. O dízimo era exigido pela lei na qual todos os israelitas deveriam dar ao Tabernáculo/Templo 10% de todo o fruto de seu trabalho e de tudo o que criassem (Levítico 27:30; Números 18:26; Deuteronômio 14:24; II Crônicas 31:5). Alguns entendem o dízimo no Velho Testamento como um método de taxação destinado a prover pelas necessidades dos sacerdotes e Levitas do sistema sacrificial. O Novo Testamento, em nenhum lugar ordena, e nem mesmo recomenda que os cristãos se submetam a um sistema legalista de dizimar. Paulo afirma que os crentes devem separar uma parte de seus ganhos para sustentar a igreja (I Coríntios 16:1-2).

O Novo Testamento, em lugar algum, determina certa porcentagem de ganhos que deva ser separada, mas apenas diz “conforme a sua prosperidade” (I Coríntios 16:2). A igreja cristã basicamente tomou esta proporção (10%) do dízimo do Velho Testamento e a incorporou como um “mínimo recomendado” para o ofertar cristão. Entretanto, os cristãos não deveriam se sentir obrigados a se prender sempre à quantia de 10%. Deveriam sim dar de acordo com suas possibilidades, “conforme sua prosperidade”. Às vezes, isto significa dar mais do que 10%, às vezes, dar menos que 10%. Tudo depende das possibilidades do cristão e das necessidades da igreja. Cada cristão deve cuidadosamente orar e buscar a sabedoria vinda de Deus no tocante a sua participação com o dízimo e/ou a quanto deve dar (Tiago 1:5). “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria” (II Coríntios 9:7).”

Terceiro texto: Dízimo – O caminho cristão

“Não existe doutrina nem mandamento específicos relativamente à entrega do dízimo, no Novo Testamento. Isso teve força na Dispensação da Lei, a qual deu lugar à da Graça. O dízimo foi fixado e era exigido pelo Senhor em conformidade com as bênçãos prometidas a Israel. Ora, como sabemos, essas bênçãos, condicionadas pela obediência, eram de natureza terrena e temporal. Encontramo-las expostas ordenadamente em Deut. 28:1-14.

Isso teve força na Dispensação da Lei, a qual deu lugar à da Graça. O dízimo foi fixado e era exigido pelo Senhor em conformidade com as bênçãos prometidas a Israel. Ora, como sabemos, essas bênçãos, condicionadas pela obediência, eram de natureza terrena e temporal. Encontramo-las expostas ordenadamente em Deut. 28:1-14.
Conosco, porém, não acontece o mesmo. Não nos é garantida a totalidade dos benefícios materiais e terrenos prometidos a Israel. Em vez disso – mas com grande vantagem – fomos abençoados ” com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo” – Efés. 1:3. Paulo, cheio do gozo que este conhecimento produz, orava para que os crentes de Éfeso – e nós também – com os olhos do entendimento iluminados soubessem quais são as riquezas gloriosas da herança que temos em Cristo. E ás mesmas chamou ele também ” as riquezas incompreensíveis de Cristo” – Efés. 1:18; 3:8. Somos, por isto e pela parte restante que as Escrituras contêm, incomparavelmente mais devedores de gratidão ao Senhor do que quaisquer crentes de todas as dispensações passadas.”

Quarto texto: Dízimo: contribuição da lei ou da graça?

O cristão não é obrigado a dar o dízimo, nem por medo do “devorador” (Malaquias 3:11) ou de ser amaldiçoado, porque o dízimo é um mandamento da lei judaica, além disso, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo e Ele já nos abençoou com todas as bênçãos nas regiões celestiais (Romanos 8:1) e (Efésios 1:3). Nem rouba a Deus o cristão que não dá o dízimo… não temos o dever de chamar de ladrão a quem Jesus libertou, se ele contribui com 0% ou 100% é uma atitude pessoal, ele é livre para decidir. Jesus condenou a atitude dos judeus escribas e fariseus que dizimavam até o cominho e não ofertavam o seu amor ao próximo. (Mateus 23:23), infelizmente, muitos cristãos têm repetido esta mesma atitude.
Não há um só versículo no Novo Testamento, que registre a obrigatoriedade do cristão dizimar.

Por outro lado, se o cristão deixa de contribuir ou diminui esta contribuição, por que descobre que não é obrigado, está agindo de má fé para com Deus, como fez Ananias e Safira, ele deve contribuir sim e feliz porque sabe que pode fazê-lo por amor a Deus e não por imposição de homens, e segundo o que propuser em seu coração. Toda a contribuição para a Igreja era feita unicamente através de ofertas e partilha de bens. Nós, cristãos, devemos ter o cuidado de não ficarmos como passarinho no ninho: obrigados a engolir o que colocam na nossa boca.”

Quinto texto: O dízimo do velho testamento versus o dadivar do novo testamento

“O Novo Testamento nunca estipula um certo valor percentual como um padrão obrigatório e exigido para nossas contribuições. Ao contrário, as Escrituras declaram: “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.” (2Cor 9:7). O dízimo do Velho Testamento foi exigência legal. Os judeus estavam sob obrigação de dá-lo. O ensino do Novo Testamento sobre o contribuir focaliza o seu caráter voluntário “Porque, segundo o seu poder (o que eu mesmo testifico) e ainda acima do seu poder, deram voluntariamente.” (2Co 8:3).”

“Note que o dadivar, no Novo Testamento, é sempre para satisfazer as necessidades das pessoas. É interessante que aquela coisa na qual a igreja na América gasta a maior parte do seu dinheiro, depois de pagar o salário do seu pessoal, não é de modo algum mencionada [no Novo Testamento] — prédios da igreja! A Bíblia simplesmente não fala de [nenhuma] igreja entrando em débito para comprar [ou construir] caros prédios, pela simples razão de que a igreja primitiva não se reunia em prédios especiais. Eles se reuniam em casas. Assim, não havia despesa “não estrita e diretamente com o evangelho e com pessoas” [tal despesa], só faria drenar a energia e as finanças da igreja. Desta maneira, todas as dádivas do povo de Deus podiam ir diretamente para satisfazer as necessidades de pessoas.”

“Incidentalmente, não há nas Escrituras nada de que eu tenha conhecimento e que exija que todo nosso dadivar ao Senhor tem que ser primeiramente entregue aos líderes da igreja, e depois distribuídos por eles [conforme eles o prefiram]. De fato, creio que algumas das nossas dádivas devem ser feitas diretamente de pessoa para pessoa, para preservarmos o anonimato (Mt 6:1-4). É, razoável, portanto, colocar de lado (em casa ou numa conta bancária separada e especial) uma parte da sua dádiva total, de modo que, quando uma necessidade especial ou uma emergência surgir, tenhamos alguns recursos financeiros de que possamos sacar para satisfazer aquela necessidade.”

Então, resumindo: não existe base no Novo Testamento para obrigar qualquer cristão a dizimar nos moldes do Antigo Testamento. Muito menos para ameaçar quem não o faz, como vemos acontecer em diversas igrejas.  As contribuições do cristão à sua igreja ou aos necessitados, devem ser livres, sem fixação de porcentagens ou cotas; o que importa é que a contribuição seja dada com amor, com liberdade, e com alegria. Não dê ouvidos ao líder que o ameaçar para tentar lhe obrigar a dar o dízimo. Faça sua contribuição conforme a graça, e não conforme a lei.

Se a sua igreja o está ensinando no caminho reto, justo e bom, você terá alegria em contribuir com ela, cumprirá o dever de contribuir por gratidão ao cuidado que lhe está sendo dado, sem precisar ser coagido a isso por ninguém. Pense nisso na próxima vez que ouvir um “líder” esbravejar os versículos de Malaquias. Jesus veio para nos libertar dessas pessoas, e não para que elas nos escravizassem, e fizessem da igreja um meio de vida. Você tem todo o direito de se certificar quanto ao destino que a igreja está dando ao dinheiro. Exija que ela faça uso responsável dele, porque você o deu com amor, e não para financiar caprichos de líderes ególatras que vivem como milionários, enquanto existem pessoas necessitadas dentro da própria igreja, e mais ainda fora dela.

E se sua igreja não se preocupa com os necessitados, você tem todo o direito de contribuir diretamente com  as pessoas necessitadas. Não precisa da igreja como intermediária.

Quando a ênfase da igreja é a cobrança do dízimo, fuja dela. Porque na verdade, ela não está agindo como igreja, mas sim como uma empresa que visa lucro. Deseja apenas a carne e a gordura das ovelhas, sem pastoreá-las.

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19 Responses to O dízimo é doutrina cristã?

  1. julio cesar disse:

    olá gostei das colocaçôes acerca do dizimo

    gostaria q postassem algo em relação a hierarquia eclesiastica se é algo biblico ou não… um abraço

  2. Maycon disse:

    Ótimo
    Somente falta algo; divulgação em massa.

  3. Manola disse:

    Ainda há muitos ministros mal informados. Muitos pregam o dízimo, se não por egolatria, por ignorância da Palavra concerteza.

  4. Nelson D. Camargo disse:

    Gostei deste esclarecimento sobre o dízimo.Os cristãos de hoje estão sendo enganados por ganância de pastores que não ensinam a verdade por ignorãncia ou má fé.Vamos orar para que Deus mande obreiros como por exemplo o irmão Eli Soriano, filipino, que tem um programa na CNT, chamado O caminho antigo, no qual faz uma exposição da bíblia onde responde a várias dúvidas de ovelhas desorientadas e sem pastor.Fiquem na paz do Senhor Jesus

  5. cicero disse:

    Gl. 5:1-4, que diz: “Estai firmes com a liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a meter-vos debaixo do jugo da servidão. E de novo protesto a todo homem que se deixa circuncidar, que está obrigado a guardar toda a lei. Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei: da graça tendes caído”.

    Deus os iluminem.

  6. roberto disse:

    Concordo com as explanações do texto acerca dos dízimos… porém fica uma pergunta: quais igrejas evangélicas no Brasil não pedem o dízimo aos fiéis?

    obs: perguntei sobre igreja evangélica pq as igrejas católicas fazem menção do dízimo e em algumas paróquias estimula-se o ato de dizimar mais do que em outras…

  7. Ubrigado, meu irmão em Jesus Cristo. O irmão me tirou um grande fardo que esta a me pisar durante muitos anos. Porque muitos igrejas modernas prticamente so preguem o dizimo. Eu estou muito grato.

  8. Amen! Nem Cristo nem Os apóstolos pediram dízimos. Para ver que ensinavam os primeiros cristãos da igreja primitiva sobre os dízimos visita… http://www.aigrejaprimitiva.com/dicionario/DIZIMOS.html

  9. JOAO J RODRIGUES disse:

    BOM MESMO E CONTRIBUIR SEM PORCENTAGEM,SEM NECESSIDADES E SEM TRISTESA POR FALTA DE ALGO.NAO QRO OFERTAR DE MANEIRANENHUMA PRA DPOIS DA TESTMUNHO DE BENÇAO E SIMPLESMENTE DEIXAR MILHRES DE IRMAOS TRISTES POR NAO PODEREM DAR TAL TESTEMUNO TAMBEM MESMO SENDO FIEIS A DEUS.EU DEI E GANHEI UM CARRO EU DEI E GANHEI UMA CASA E UM ABSURDO AMEM

  10. JOAO J RODRIGUES disse:

    SE FOR PRA OBDC MALAQUIAS ENTAO O DIZIMO E SO ALIMENTO .E SE PEDEM DIZIMOS E SO PRA ABENÇOAR LEVITAS,ORFAOS,VIUVAS E ESTRANGEIROS DAI EM DIANTE FICO CALADO.NAO CONCORDO PRA OUTROS USUFRUIREM

  11. pr. Edmar Ornelas de Azevedo disse:

    Parabéns pelo estudo. A quetão do dízimo é pura conveniência. Ve se aqueles que dizem pregar somente a “graça” abrem mão do dízimo.

  12. EVANDRO disse:

    Tenho estudo o assunto a algum tempo e louvo ao Senhor pois considero-me liberto deste fardo, sou voluntario a dilvulgar o maximo quero parabenizar o irmao por ajudar esclarecer este assunto tao poemico . a paz pra tdos.

  13. Oséias 4;6 diz::o meu povo esta´sendo destruído por não ter conhecimento,porque tu sacerdote rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei para que não sejas sacerdote diante de mim;visto que esqueceste da lei do teu Deus,também eu me esquecerei dos teus filhos.

  14. Paulo Xavier disse:

    É simples irmãos: vejamos
    o povode Israel assim como seus atepassados ofereciam sacrificios de animais.
    Dai Deus estabeleceu um lugar pra se fazer esta especie de culto (tabernáculo);
    constiuiu uma classe especial para cuidar do lugar e oferecer sacrifcios que o povo trazia (os levitas e sacerdotes)
    essa classe ñ tinha posses. Deus estabelceu o dízimo para sustetá-los.
    Com a morte de Cristo,
    não precisa mais de sacrifcios por que Cristo fez um de uma vez por todas;
    não precisa mais do lugar especial (tabernaculo ou templo) e
    os trabalhos dos sacerdotes e levitas não são mais necessários. Podemos então afirmar que:
    Sacrificios – não é mais necessários
    templo – não ha necessidades deles
    sacerdocio levitico – foi abrrogado
    logo os dízimo pagamento que se fazia para esta classe – não ha razão pra existir ainda hoje – se foi assim como as demais ordenaças da lei – tudo foi abrrogado – Cristo cravou tudo isto na cruz

  15. João f almeida disse:

    Sim hoje e graça e nao lei pode dar acima de dez por cento pode ser até cinqüenta por cento se Deus propor no coracao

  16. silvio da costa silva disse:

    Irmão eu me sinto delocado na no templo que frequento pois só falam em dinheiro e isso já me estar me deixando triste pois esta minha igreja e de jusus e amo ela,,mais exite uma igrja por ai que pregue a sem dizimo? Se tiver por favor me digam pois quero um igreja umilde mais cheia de graça e de verdade,,ajude-me …

  17. Por favor,não é que eu não concorde com o argumento acima.Mas é que os que ordenam tais “ensinos” tentam se embasar em Hb.7: 8 como texto único do novo testamento que “sustenta” a ordenança de dízimos para a Igreja.Gostaria que alguém me forneça argumento para contrapor essa “defesa”.

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